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NOTÍCIAS
02/09/2026
CERSUL Internet recebe atestado de regularidade da Anatel, que destaca compromisso com qualidade e conformidade
A Cersul Internet conquistou o Atestado de Regularidade emitido pela Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (FENINFRA), no âmbito do artigo 43 da Resolução Anatel nº 777/2025. O resultado demonstra o compromisso da cooperativa com a segurança dos trabalhadores, a qualificação técnica e o cumprimento das obrigações trabalhistas e fiscais.
Para a emissão do atestado, a Cersul Internet passou por um processo de verificação documental baseado nos critérios estabelecidos pela regulamentação da Anatel. A análise abrange documentos relacionados à prevenção de acidentes, saúde ocupacional, treinamentos de segurança, capacidade técnica e regularidade fiscal e trabalhista.
Para a CERSUL Internet, o recebimento do atestado traduz o compromisso permanente com a excelência na prestação dos serviços e a responsabilidade com seus colaboradores e associados. O presidente da CERSUL, Andrei Magagnin, destaca que a conquista é resultado de um trabalho sério desenvolvido por toda a equipe. "Receber esse atestado mostra que a CERSUL Internet está preparada e organizada para atender todas as exigências dos órgãos reguladores. Essa certificação reforça o nosso compromisso com a qualidade, a segurança e a transparência, oferecendo aos nossos associados um serviço confiável e cada vez melhor”.
O gerente da CERSUL Internet, Vanio Pietsch, ressalta que a certificação é fruto do empenho diário em manter todos os processos atualizados. "Essa regularidade é construída todos os dias. Manter a documentação em dia, cumprir as normas da Anatel e garantir que todas as exigências, inclusive relacionadas à segurança do trabalho, sejam atendidas faz parte da nossa rotina. Receber esse atestado confirma que estamos no caminho certo e preparados para continuar crescendo com responsabilidade".
Fonte: Assessoria de comunicação CERSUL, editado por Assessoria de Comunicação Sistema OCESC
NOTÍCIAS
02/09/2026
Sicoob SC/RS lidera repasses da Finep e amplia financiamento à inovação no Sul
O Sicoob chegou ao Startup Summit 2026, em Florianópolis, como a instituição financeira cooperativa líder em repasses de recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) na Região Sul, com R$ 630 milhões movimentados entre 2024 e 2026. Em âmbito nacional, os financiamentos da Finep realizados pelo sistema somam R$ 1,3 bilhão.
Em abril deste ano, a Finep divulgou que a Região Sul liderava as liberações da Inovacred, uma das linhas de crédito da Financiadora, em 2026, com cerca de R$ 900 milhões aprovados, e apontou a existência de R$ 1,2 bilhão ainda disponível para as regiões Sul e Sudeste.
Além das linhas voltadas à inovação, o Sicoob também amplia o acesso das empresas a programas de crédito. Entre 2025 e 2026, foram liberados R$ 211 milhões em operações do Pronampe via BRDE. No mesmo período, as linhas do Pronampe operadas via Badesc somaram aproximadamente R$ 147,9 milhões, considerando as modalidades Pronampe Inovação, Pronampe SC e Pronampe Mulher.
A instituição também oferece acesso a fundos garantidores para empreendedores que buscam crédito, mas enfrentam dificuldades para apresentar as garantias exigidas nas operações. Entre as alternativas estão o Pronampe FGO, o Fampe do Sebrae e o Peac FGI, que podem facilitar o acesso ao financiamento e ampliar as possibilidades de contratação de crédito para empresas.
Para Lucas Varela do Amaral, superintendente de Negócios do Sicoob SC/RS, o objetivo da instituição é estar próximo das startups para entender os desafios de cada negócio e apresentar soluções que façam sentido para aquele momento. “O acesso a crédito para inovação pode ser decisivo para transformar uma ideia em produto, ampliar uma operação ou desenvolver novas tecnologias. O Sicoob está preparado para conectar os empreendedores a recursos, linhas de financiamento e alternativas de crédito, além de oferecer orientação para que essas decisões sejam tomadas de forma mais planejada e sustentável”, diz.
Crédito que se transforma em inovação
Um dos exemplos da atuação do Sicoob no financiamento à inovação é a Kartado, startup catarinense especializada em gestão de dados para infraestrutura. A empresa obteve R$ 3 milhões por meio da linha Inovacred, da Finep, com recursos viabilizados pelo Sicoob, para desenvolver soluções em inteligência artificial.
O projeto prevê aplicações como manutenção preditiva, planejamento inteligente, assistentes virtuais e dashboards com alertas automatizados. A expectativa é aumentar a eficiência operacional e reduzir riscos regulatórios de empresas dos setores de rodovias, ferrovias, saneamento e energia.
Fonte: Assessoria de comunicação Sicoob Central SC/RS, editado por Assessoria de comunicação Sistema OCESC
NOTÍCIAS
Sistema OCB promoverá webinários sobre eficiência energética para cooperativas de crédito e agropecuárias
Cooperativas de crédito e agropecuárias terão acesso a experiências práticas e oportunidades para aprimorar a gestão do consumo de energia durante dois workshops on-line promovidos pelo Sistema OCB, em parceria com a Stride. Os encontros serão realizados nos dias 9 e 10 de setembro, respectivamente, com participação de cooperativas que já desenvolvem iniciativas na área. A programação busca apresentar alternativas para aumentar a eficiência energética, reduzir custos operacionais e contribuir para a competitividade e a sustentabilidade dos negócios cooperativos.
No dia 9 de setembro, o workshop será direcionado às cooperativas de crédito. Entre os temas previstos estão a gestão do consumo de energia em agências, climatização, infraestrutura predial, equipamentos e data centers. O encontro também contará com representantes de Sicoob, Sicredi e Cresol, que compartilharão experiências e aprendizados relacionados à eficiência energética.
Para as cooperativas agropecuárias, o workshop ocorre no dia 10 de setembro. A programação abordará oportunidades de eficiência energética aplicáveis às operações agroindustriais, considerando o impacto do consumo de energia sobre os custos de produção, a produtividade e as margens das cooperativas.
Entre os cases apresentados estarão experiências da Aurora Coop e da C.Vale, com iniciativas relacionadas à eficiência energética em matrizeiro de aves e em sistemas de refrigeração e câmaras frias, além de outras possibilidades de aplicação.
Para a coordenadora técnica do Sistema OCESC, Ana Paula Martello Rodrigues, o tema está diretamente relacionado à busca das cooperativas por maior eficiência na gestão e por soluções que gerem resultados concretos.
“A eficiência energética precisa ser vista como uma oportunidade de gestão, capaz de gerar resultados econômicos e, ao mesmo tempo, contribuir para a sustentabilidade das cooperativas. Conhecer experiências que já foram colocadas em prática permite que cada organização avalie possibilidades aplicáveis à sua realidade e avance na busca por operações mais eficientes e competitivas”, destaca.
Workshop de Eficiência Energética
Cooperativas de CréditoData: 9 de setembroHorário: 10h (horário de Brasília)Formato: on-lineAcesso: https://in.coop.br/workshop-EE-credito
Cooperativas AgropecuáriasData: 10 de setembroHorário: 10h (horário de Brasília)Formato: on-lineAcesso: https://in.coop.br/workshop-EE-agro
Fonte: Assessoria de comunicação Sistema OCESC, com informações Sistema OCB
02/09/2026
NOTÍCIAS
Curso ofertado pelo SESCOOP/SC orienta cooperativas sobre comunicação e escrita estratégica
Formação abordou objetividade e adequação da linguagem na comunicação organizacional
O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) promoveu, no mês de agosto, o curso “Comunicação e Escrita Estratégica no Ambiente Cooperativista”, voltado aos colaboradores das cooperativas catarinenses. O objetivo foi desenvolver competências de comunicação mais clara, objetiva e estratégica, a fim de fortalecer a qualidade da escrita institucional e promover mais alinhamento, assertividade e credibilidade.
Os participantes refletiram sobre as transformações na comunicação profissional e sobre a necessidade de adaptar linguagem, formato e abordagem aos diferentes públicos e canais. Entre os temas estiveram a comunicação estratégica, organização de ideias, clareza e objetividade, linguagem simples no contexto institucional, estruturação de e-mails, redação de comunicados internos e externos, comunicação assertiva, revisão e boas práticas de escrita, padronização e alinhamento da comunicação interna e a escrita como ferramenta de fortalecimento da imagem da cooperativa.
A formação apresentou orientações quanto ao uso do WhatsApp no ambiente de trabalho. Embora a ferramenta favoreça uma comunicação mais rápida e informal, o conteúdo compartilhado pelo curso reforçou que o canal não elimina a importância de cuidar com a escrita e linguagem trocada. Nesse contexto, foram apresentadas orientações para a elaboração de mensagens objetivas, adequadas ao destinatário e ao contexto, evitando excessos de informalidade, gírias e abreviações que possam comprometer a compreensão.
A iniciativa reforça o compromisso do SESCOOP/SC com o desenvolvimento profissional dos colaboradores das cooperativas catarinenses, contribuindo para o aprimoramento de competências que impactam diretamente a comunicação, os relacionamentos e a imagem das organizações.
Para saber mais sobre os treinamentos, palestras e cursos ofertados pelo SESCOOP/SC, a cooperativa pode entrar em contato pelo e-mail treinamentos@sescoopsc.coop.br ou pelo WhatsApp corporativo (48) 9 9159-2159.
Fonte: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC
02/09/2026
NOTÍCIAS
Procedimento inédito para tratamento do Esôfago de Barrett é realizado no Hospital Unimed Chapecó
Técnica oferece uma alternativa minimamente invasiva para pacientes selecionados com Esôfago de Barrett associado à displasia
Uma nova possibilidade de tratamento para pacientes com Esôfago de Barrett chega pela primeira vez na região Oeste de Santa Catarina por meio do Hospital Unimed Chapecó. A ablação por radiofrequência é um procedimento endoscópico que utiliza energia térmica controlada para eliminar áreas da mucosa esofágica que apresentam alterações pré-cancerígenas.
A técnica foi realizada pelo cirurgião do aparelho digestivo, endoscopista e cooperado da Unimed Chapecó, Dr. Maurício Spagnol, em um paciente de 71 anos com histórico prolongado de doença do refluxo gastroesofágico. Durante o acompanhamento endoscópico, foram identificadas alterações compatíveis com Esôfago de Barrett e, posteriormente, as biópsias confirmaram a presença de displasia.
“A ablação por radiofrequência é um tratamento endoscópico minimamente invasivo que aplica energia térmica de forma controlada e superficial sobre a mucosa alterada. O objetivo é eliminar o tecido de Barrett com displasia, permitindo que o esôfago volte a ser revestido por uma mucosa mais saudável”, explica o Dr. Maurício.
ENTENDA A CONDIÇÃO
O Esôfago de Barrett ocorre quando o revestimento interno do esôfago sofre alterações, geralmente associadas à exposição prolongada ao refluxo gastroesofágico. Em alguns pacientes, essas alterações podem evoluir para displasia, considerada uma transformação pré-cancerígena das células.
“Esta condição é considerada uma precursora do adenocarcinoma de esôfago. Isso não significa que todos os pacientes desenvolverão câncer, mas o risco aumenta quando já existe displasia. Por isso, a identificação precoce das alterações e a definição da estratégia terapêutica adequada são fundamentais”, esclarece o médico.
TRATAMENTO SEM CIRURGIA ABERTA
No procedimento realizado no Hospital Unimed Chapecó, um cateter específico é introduzido por meio do aparelho de endoscopia até a área afetada. O dispositivo libera energia de radiofrequência de maneira uniforme e controlada, promovendo uma ablação superficial e controlada da mucosa. Dessa forma, o tecido alterado pode ser tratado por via endoscópica, sem incisões cirúrgicas externas e com preservação do esôfago.
A técnica pode utilizar dispositivos diferentes de acordo com a extensão da área comprometida. Em segmentos maiores, pode ser utilizada a ablação circunferencial, enquanto áreas menores ou residuais podem ser tratadas de maneira focal.
Quando existem lesões visíveis ou suspeitas no segmento de Barrett, elas devem ser avaliadas individualmente e podem necessitar de ressecção endoscópica antes da ablação. A radiofrequência é utilizada principalmente para erradicar o epitélio de Barrett plano remanescente, conforme a indicação clínica e o resultado histopatológico.
Além da aplicação uniforme e controlada da energia, a técnica apresenta como diferencial a possibilidade de tratar o Esôfago de Barrett com displasia por meio de um procedimento endoscópico, preservando o órgão e reduzindo a necessidade de tratamentos cirúrgicos mais invasivos em pacientes adequadamente selecionados.
“A radiofrequência oferece uma aplicação uniforme e controlada da energia, com profundidade previsível. Isso reduz o dano às camadas profundas do esôfago e proporciona bom equilíbrio entre eficácia e segurança”, explica o Dr. Maurício, que complementa que o procedimento geralmente apresenta recuperação rápida e pode ser repetido quando necessário.
TECNOLOGIA E EQUIPE ESPECIALIZADA
A realização da técnica exigiu uma estrutura preparada para terapias endoscópicas avançadas. Entre os recursos necessários estão equipamentos de endoscopia de alta definição, plataforma geradora de radiofrequência e cateteres específicos para aplicação da energia, além de suporte anestésico, equipamentos de monitorização e estrutura hospitalar para observação do paciente.
O procedimento também envolve atuação multidisciplinar, com participação de médicos capacitados em terapias endoscópicas avançadas, anestesiologista, equipe de enfermagem e profissionais responsáveis pelo processamento dos equipamentos. O acompanhamento também conta com o suporte das áreas de patologia e assistência hospitalar.
DO PROCEDIMENTO À RECUPERAÇÃO
O primeiro paciente submetido ao procedimento no Hospital Unimed Chapecó permaneceu em acompanhamento após o tratamento e apresentou recuperação satisfatória, sem necessidade de medicação para dor.
Para o Dr. Maurício, a chegada dessa técnica ao Hospital Unimed Chapecó representa um avanço na assistência oferecida na região. “Até pouco tempo, pacientes com indicação para esse tipo de tratamento avançado frequentemente precisavam se deslocar para grandes centros. A implantação da técnica permite que eles tenham acesso a um procedimento de alta complexidade próximo de suas famílias, de seus médicos assistentes e de sua rede de apoio”, finaliza.
Fonte: Assessoria de imprensa Unimed Chapecó
01/09/2026
NOTÍCIAS
Cooperativas do Sistema Ailos recebem reconhecimento da FGV por gestão de emissões
As cooperativas que compõem o Sistema Ailos foram reconhecidas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) pelo trabalho de levantamento e gestão das emissões de gases de efeito estufa (GEE). A conquista faz parte do Registro Público de Emissões, iniciativa que estimula organizações a medir, acompanhar e dar transparência aos seus impactos ambientais.
O reconhecimento é resultado do trabalho desenvolvido pelo Sistema Ailos para medir e compreender suas emissões. Em 2025, Ailos Civia, Central Ailos, Transpocred e Viacredi Alto Vale realizaram o inventário de emissões pelo segundo ano consecutivo. A Viacredi, por sua vez, chegou ao quinto ano consecutivo de elaboração do inventário e conquistou, pela primeira vez, o Selo Ouro, após submeter seu inventário a uma verificação independente. Nos anos anteriores, a cooperativa havia recebido o Selo Prata. Também receberam reconhecimento a Central Ailos, pelo segundo ano consecutivo, e a Viacredi Alto Vale, pela primeira vez, ambas com o Selo Prata.
O Selo Prata é concedido às organizações que publicam um inventário completo, considerando as fontes de emissão aplicáveis dos Escopos 1 e 2. Já o Selo Ouro é destinado às organizações que, além de apresentarem o inventário completo, passam por uma etapa de verificação independente das informações.
O levantamento permite identificar as principais fontes de emissão das atividades das organizações e, a partir desses dados, buscar oportunidades para reduzir impactos ambientais e tornar a operação mais eficiente. A iniciativa está alinhada à Estratégia de Sustentabilidade do Sistema Ailos e ao Pilar Sustentabilidade Sistêmica do PE2030, além de contribuir para o ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima.
“Mensurar os impactos gerados é fundamental para compreender o cenário atual e orientar decisões mais assertivas para o futuro. O Inventário marca o início da evolução da gestão das emissões e fortalece o compromisso do Sistema Ailos com a sustentabilidade”, destaca Viviane Tavares Rodrigues, gerente da área de Governança Cooperativa, Societário e Ouvidoria da Central Ailos.
Fonte: Assessoria de comunicação Sistema Ailos, editado por Assessoria de comunicação Sistema OCESC.
01/09/2026
NOTÍCIAS
Aurora Coop e Iowa State University levam ciência de dados à suinocultura brasileira
Parceria exclusiva no Brasil integra informações de toda a cadeia produtiva para criar modelos capazes de antecipar riscos, reduzir perdas e apoiar decisões no campo
A suinocultura brasileira começa a incorporar uma nova fronteira tecnológica: o uso estruturado de ciência de dados, inteligência artificial e aprendizado de máquina para transformar milhões de informações geradas diariamente nas granjas e indústrias em decisões mais precisas. Uma parceria entre a Aurora Coop, terceiro maior grupo de proteína animal do Brasil, e a Iowa State University, dos Estados Unidos, desenvolve modelos inéditos no País para integrar e analisar dados de toda a cadeia, do nascimento dos leitões ao frigorífico.
O projeto começou há cerca de três anos e entra agora em uma etapa de expansão. A Aurora Coop é a única empresa brasileira parceira da universidade nesse trabalho, que também envolve oito empresas nos Estados Unidos, responsáveis por aproximadamente 1,4 milhão de matrizes, além de uma companhia no México.
O anúncio foi feito pelo diretor vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Antonio Zordan.
O professor da Iowa State University e coordenador do projeto, Edison Magalhães, explica que a proposta é aproximar a pesquisa acadêmica dos desafios concretos da produção. Os dados disponibilizados pela Aurora Coop, protegidos por termos de confidencialidade, são analisados por uma equipe multidisciplinar que reúne especialistas em medicina veterinária, estatística, engenharia da computação e visão computacional.
O grupo desenvolve modelos estatísticos, algoritmos, inteligência artificial e machine learning para responder a questões que interferem diretamente nos resultados da atividade. As análises podem avaliar sanidade, vacinação, medicamentos, nutrição, genética, mortalidade e organização dos fluxos produtivos.
“A cadeia é tecnificada, evoluída e coleta informações boas, mas a análise de dados ainda é falha, não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro”, observa Magalhães. Segundo ele, o diferencial está em superar análises baseadas apenas em médias e planilhas e aplicar modelos estatísticos capazes de identificar relações que dificilmente seriam percebidas pelos métodos convencionais.
Um dos aspectos mais relevantes é a integração das informações de matrizes, creches, terminação e frigoríficos. Algoritmos específicos desenvolvidos para a Aurora Coop conectam os registros das diferentes etapas e permitem acompanhar o desempenho dos animais ao longo da cadeia.
Entre os primeiros trabalhos está a chamada piramidização de fluxos. O modelo analisa as origens dos leitões destinados às creches e identifica combinações que apresentam melhores resultados produtivos e sanitários. A partir desse conhecimento, a cooperativa pode organizar fluxos mais estáveis entre granjas, reduzir misturas de origens e melhorar o controle sanitário.
A rastreabilidade amplia ainda a capacidade de relacionar ocorrências identificadas no frigorífico às etapas anteriores da produção. Para Magalhães, a estrutura da Aurora Coop oferece uma condição diferenciada para esse avanço. “A Aurora Coop foi escolhida justamente por esse perfil inovador. É uma referência em produtividade e tomou a decisão de buscar esse trabalho quando a área ainda estava começando.”
O salto mais ambicioso do projeto é avançar da análise do que já aconteceu para a predição do que poderá acontecer. O gerente corporativo de suinocultura da Aurora Coop, Luiz Carlos Giongo, destaca que a aplicação de inteligência artificial deverá permitir decisões preventivas, com potencial para reduzir impactos produtivos e econômicos.
“O grande trunfo que queremos alcançar é predizer os problemas, agir antes e evitar o prejuízo. Evitar as crises”, resume. Os primeiros modelos já demonstram essa possibilidade. Em determinados casos, as análises conseguem projetar, no momento do desmame, indicadores de mortalidade que poderão ocorrer 40 ou 50 dias depois.
Outra característica é que o avanço não depende, necessariamente, da instalação de câmeras, sensores ou equipamentos de alto custo nas propriedades. A estratégia utiliza prioritariamente informações que os produtores e a empresa já coletam, como registros das granjas, diagnósticos, formulações de rações e resultados produtivos.
TECNOLOGIA & NOVOS PROFISSIONAIS
A parceria abre espaço para um perfil profissional ainda raro na produção animal: especialistas que combinem conhecimento em suinocultura, estatística, programação e ciência de dados. Na Iowa State University, o trabalho mobiliza um time de seis estudantes e conta com a participação de 14 professores de diferentes áreas.
Um dos primeiros resultados dessa aproximação já está dentro da própria Aurora Coop. Após permanecer um ano nos Estados Unidos e atuar no projeto, um médico-veterinário foi contratado pela cooperativa e passou a conduzir parte do trabalho no Brasil. Para Magalhães, esse profissional representa a primeira geração de especialistas capazes de conectar conhecimento veterinário e análise avançada de dados.
A cooperação também nasceu em condições diferenciadas. Enquanto novas empresas interessadas no programa têm investimento estimado em cerca de US$ 50 mil por ano, relacionado principalmente à formação dos pesquisadores, a parceria com a Aurora Coop não prevê esse desembolso nos mesmos moldes, em razão da participação da cooperativa desde a fase inicial do projeto.
INOVAÇÃO MUNDIAL
Os primeiros protótipos já avançam para a aplicação prática. Os trabalhos começaram no Rio Grande do Sul e chegam também a Santa Catarina. A expectativa é que, em aproximadamente dois anos, as ferramentas estejam incorporadas a todo o sistema produtivo da cooperativa.
O vice-presidente de agronegócios da Aurora Coop, Marcos Antonio Zordan, destaca que a parceria aproxima a produção brasileira das ferramentas mais avançadas desenvolvidas internacionalmente para diagnóstico, identificação e previsão de problemas sanitários.
“Vamos conseguir ter o que existe de mais inovador na suinocultura mundial dentro da Aurora Coop e puxar essa evolução para o Brasil”, afirma. A perspectiva está alinhada às diretrizes de longo prazo da cooperativa, com metas voltadas à redução de perdas, mortalidade, condenações, lesões e doenças e à evolução do padrão sanitário do rebanho.
Ao unir a escala produtiva e a capacidade de rastreamento da Aurora Coop ao conhecimento científico da Iowa State University, o projeto transforma um ativo já existente — os dados — em uma ferramenta para antecipar decisões. O objetivo final é fazer com que a informação deixe de apenas explicar o passado da produção e passe a ajudar a prever seu futuro.
DIMENSÃO
As 8 plantas industriais de suínos da Aurora Coop abateram 8,2 milhões de cabeças em 2025, registrando crescimento de 2,6% em relação ao ano anterior. Esse volume correspondeu a 17,05% do abate nacional. Em 2026 deve evoluir para 8,6 milhões de cabeças. A base produtiva no campo é formada por 3.453 produtores integrados.
Fonte: Assessoria de imprensa Aurora Coop
01/09/2026
NOTÍCIAS
Projeto Semear do Sicoob Creditaipu supera meta de 40 mil mudas e amplia impacto ambiental
Iniciativa já contabiliza o plantio de 44.241 mudas de árvores nativas e a recuperação de 473.488 metros quadrados de áreas.
Uma das metas estabelecidas pelo Sicoob Creditaipu em comemoração aos seus 40 anos era ousada e carregava um propósito especial: plantar 40 mil mudas de árvores nativas até 2026. O desafio foi alcançado, e superado.
Por meio do Projeto Semear, a cooperativa já contabiliza o plantio de 44.241 mudas de espécies nativas, contribuindo para a recuperação de 473.488 metros quadrados de áreas. Os números representam o envolvimento de cooperados, estudantes, produtores rurais, entidades, parceiros e comunidades em torno de um objetivo comum.
Criado em setembro de 2024, o Projeto Semear nasceu com o propósito de promover a preservação ambiental por meio do reflorestamento, da educação ambiental e da cooperação. Idealizado a partir de uma proposta do presidente do Sicoob Creditaipu, Carlos Alberto Utzig, o projeto busca incentivar a participação coletiva e transformar diferentes públicos em protagonistas da preservação ambiental.
‘Semear’ representa o compromisso de cultivar conhecimento, cooperação, responsabilidade e novas possibilidades para o futuro. A iniciativa parte da convicção de que as ações realizadas hoje podem gerar benefícios duradouros para as próximas gerações.
Para o presidente do Sicoob Creditaipu, alcançar e superar a meta representa a força da cooperação e o resultado do envolvimento de toda uma rede de parceiros.
“Quando idealizamos o Projeto Semear, estabelecemos metas importantes, entre elas o plantio de 40 mil árvores nativas. Alcançar e superar esse objetivo é motivo de muita satisfação, pois demonstra que, quando trabalhamos juntos, conseguimos transformar uma ideia em resultados concretos”, destaca o presidente, Carlos Alberto Utzig.
Uma iniciativa que cresceu com a cooperação
O Projeto Semear iniciou suas atividades como projeto-piloto nos municípios de Pinhalzinho, Saudades e Saltinho, com a realização de mutirões de plantio que reuniram cooperados, voluntários e integrantes das comunidades.
Em 2025, diante dos resultados alcançados e do engajamento dos participantes, a iniciativa foi ampliada para toda a área de atuação do Sicoob Creditaipu. O projeto também passou a envolver entidades beneficiadas pelo Fundo de Investimento Social (FIS), que assumiram o compromisso de realizar o plantio e a conservação de árvores nativas.
Outro importante avanço foi a implantação do Horto Florestal do Projeto Semear, em parceria com a Casa Familiar Rural de Modelo. Além de contribuir para a produção de mudas de espécies nativas, o espaço tornou-se uma importante ferramenta de aprendizagem e educação ambiental.
No horto, os estudantes participam de diferentes etapas do processo, como a coleta de sementes, a semeadura, a produção e o manejo das mudas, a irrigação e o acompanhamento do desenvolvimento das espécies. A iniciativa une educação, sustentabilidade e formação, preparando jovens mais conscientes e comprometidos com o futuro das propriedades rurais e das comunidades.
Recuperação ambiental e incentivo aos cooperados
Além dos mutirões e das ações coletivas, o Projeto Semear também incentiva a participação dos produtores rurais por meio do programa Adote sua Área.
Cooperados podem cadastrar áreas destinadas à recuperação ambiental, incluindo Áreas de Preservação Permanente (APPs), receber mudas de espécies nativas e assumir o compromisso com o plantio, a manutenção e o acompanhamento das áreas.
A iniciativa também prevê incentivos por meio de linhas de crédito voltadas a investimentos sustentáveis, fortalecendo a conexão entre desenvolvimento econômico, preservação ambiental e responsabilidade social.
Para garantir ainda mais transparência e aproximar o público dos resultados alcançados, o Sicoob Creditaipu desenvolveu uma landing page exclusiva do Projeto Semear. No espaço, é possível acompanhar a evolução da iniciativa, conhecer as ações realizadas e visualizar os impactos gerados pelo projeto na preservação e recuperação ambiental.
Com 44.241 mudas plantadas e 473.488 metros quadrados de áreas recuperadas, o Projeto Semear demonstra, na prática, o impacto que pode ser gerado quando diferentes pessoas e instituições se unem em torno de um propósito comum.
Educação ambiental: conhecimento que também transforma
A educação ambiental é outro importante eixo do Projeto Semear. Em parceria com a Epagri, escolas, municípios e entidades, o Sicoob Creditaipu promove palestras, oficinas, atividades práticas, distribuição de mudas e ações de conscientização.
Somente em 2025, as ações educativas realizadas pelo projeto impactaram 1.129 estudantes de diferentes municípios da área de atuação da cooperativa. As atividades tiveram continuidade em 2026, ampliando o diálogo sobre sustentabilidade, preservação ambiental e responsabilidade coletiva.
A proposta é fazer com que a conscientização ambiental ultrapasse os limites das atividades realizadas e chegue às famílias, às propriedades rurais e às comunidades, contribuindo para a formação de novas gerações mais conscientes sobre a importância da preservação.
Novas ações ampliam o compromisso com a sustentabilidade
Em 2026, o Projeto Semear também ampliou seu alcance por meio de novas práticas voltadas à sustentabilidade e à responsabilidade social.
Entre as iniciativas realizadas, está a instalação de três pontos de coleta Papa-Pilhas, destinados ao descarte correto de pilhas e baterias. Os equipamentos foram instalados nas agências do Sicoob Creditaipu em Saltinho, Saudades e Pinhalzinho, contribuindo para a conscientização da população sobre a destinação adequada desses materiais e evitando que resíduos potencialmente prejudiciais sejam descartados de forma incorreta no meio ambiente.
Outra ação realizada foi a doação de uniformes antigos do Sicoob Creditaipu para a Casa da Amizade de Pinhalzinho. Em vez de serem descartadas, as peças ganharam uma nova destinação por meio do trabalho desenvolvido pelas voluntárias da entidade.
A iniciativa une sustentabilidade, reaproveitamento de materiais, responsabilidade social e valorização do trabalho realizado na comunidade, mostrando que pequenas atitudes também podem gerar impactos positivos e contribuir para um futuro mais sustentável.
Plantar hoje para transformar o amanhã
O crescimento do Projeto Semear demonstra que a sustentabilidade também é construída por meio da cooperação. O que começou com o desafio de plantar 40 mil árvores nativas em homenagem aos 40 anos do Sicoob Creditaipu transformou-se em uma iniciativa permanente, reunindo cooperados, parceiros, estudantes, produtores rurais, entidades e comunidades em torno de um objetivo maior.
Para o presidente, superar a meta inicial é motivo de celebração, mas também reforça a importância de dar continuidade ao trabalho.
“Alcançamos um objetivo que estabelecemos com muito entusiasmo: plantar 40 mil mudas de árvores nativas. Hoje, temos a satisfação de dizer que essa meta foi superada. Mas atingir esse número não significa que o nosso trabalho termina aqui. Pelo contrário, isso nos mostra que estamos no caminho certo e nos motiva a continuar. Ainda temos muito a plantar, muitas áreas a recuperar e muitas pessoas a conscientizar. O Projeto Semear nasceu para deixar um legado, e esse legado precisa continuar crescendo”, destaca Utzig.
Com a meta superada, o Projeto Semear segue avançando, com foco em um princípio presente na essência do cooperativismo: quando cada pessoa faz a sua parte e todos cooperam, é possível gerar transformações que ultrapassam o presente e deixam sementes para o futuro.
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Fonte: Assessoria de comunicação Sicoob Creditaipu, editado por Assessoria de comunicação Sistema OCESC.
01/09/2026