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Destaques
05/02/2026
4ª edição do Fundo Social do Sicoob MaxiCrédito está com as inscrições abertas
Entidades podem inscrever seus projetos até o dia 13 de março Apoiar projetos e atividades realizadas por entidades sociais em benefício coletivo. Esse é o intuito do Fundo Social do Sicoob MaxiCrédito que está na sua 4ª edição e com as inscrições abertas. O período de inscrições vai de 2 de fevereiro a 13 de março, exclusivamente pelo site fundosocial.maxicredito.coop.br, onde também está disponível o regulamento completo desta edição. Podem participar entidades sociais localizados na área de atuação da Cooperativa nas regiões Oeste, Vale do Itajaí e Litoral de Santa Catarina, e no Vale dos Sinos, Vale do Paranhana e Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul. “O Fundo Social está entre os projetos mais importantes da Cooperativa. E possibilitar esse suporte e apoio às entidades é motivo de muita alegria para nós. Mais do que números, o Fundo Social é uma ferramenta que fortalece o círculo virtuoso que o cooperativismo promove, fomentando a inclusão, educação, transformação de vidas. É um grande orgulho chegar nesta quarta edição”, comenta o Presidente do Conselho de Administração do Sicoob MaxiCrédito, Ivair Chiella. Nesta quarta edição, o Fundo Social vai destinar mais de R$ 2 milhões para iniciativas de benefício coletivo. “Somadas as três primeiras edições, já destinamos mais de R$ 7,4 milhões que beneficiaram mais de mil projetos e impactaram na vida de mais de 1,5 milhão de pessoas. E tudo isso só é possível porque nossos associados são engajados e fazem suas movimentações com a Cooperativa, utilizando nossos produtos e serviços. Quando mais forte a Cooperativa fica, maior é o impacto que, juntos, levamos às comunidades”, destaca Francisco Souza Leite, Vice-Presidente do Conselho de Administração do Sicoob MaxiCrédito. Eixos contempladosPodem se inscrever no Fundo Social projetos realizados nos eixos da Educação, Cultura, Esporte, Saúde, Empreendedorismo Social, Assistência Social, e Responsabilidade Ambiental. Como participarEntidades interessadas devem acessar o site fundosocial.maxicredito.coop.br, ler o edital e regulamento para identificar se atende os requisitos para participar. Após isso, é só inscrever seu projeto no mesmo site, que ficam abertas até o dia 13 de março. Após o prazo de inscrições, os projetos serão analisados por um Comitê e as iniciativas selecionadas poderão ser contempladas com valores de até R$ 15 mil. Os projetos contemplados serão divulgados até o dia 29 de junho, no site e redes sociais do Sicoob MaxiCrédito. Fonte: Assessoria de Comunicação Sicoob MaxiCrédito
03/02/2026
Carrapicho na soja é um risco real que pode barrar a produção
Departamento Técnico da Coocam alerta para manejo e controle da espécie infestante, com atenção máxima antes da colheita
A presença de carrapicho nas lavouras de soja deixou de ser um problema pontual para se tornar uma ameaça concreta à comercialização do grão. Segundo o gerente do Departamento Técnico da Cooperativa Agropecuária Camponovense (Coocam), Silvio Zanon, a equipe do departamento técnico acompanha, safra após safra, o aumento no número de cargas contaminadas. “Todo ano temos problemas e esse problema não é pontual da Coocam. Portanto, é importante lembrar que o impacto não é apenas produtivo, mas também atinge o bolso do produtor e a credibilidade do produto no mercado”, alerta. Na prática, esse cenário pode deixar o sojicultor sem destino para a produção, gerando prejuízos imediatos e significativos.
O carrapicho é uma espécie infestante proibida por legislação. Nesses casos, as cooperativas estão legalmente impedidas de receber grãos contaminados, assim como indústrias e portos, o que resulta na rejeição imediata da carga. “Se essa soja com presença de carrapicho chega ao porto ou à indústria, a carga é devolvida. Ou seja, não podemos receber e esse grão fica sem mercado”, explica Silvio Zanon.
Além do bloqueio comercial, o carrapicho representa um risco à saúde animal e humana. Quando a soja contaminada é processada para óleo, farelo ou ração, a moagem conjunta com sementes da espécie pode causar danos nutricionais, toxicológicos e sanitários. “Já foi identificado que, se o carrapicho for moído junto, ele traz prejuízos tanto para a saúde humana quanto para a saúde animal. O carrapicho é uma planta tóxica.”, enfatiza o gerente técnico.
Os prejuízos, no entanto, começam ainda no campo. O agrônomo da Coocam lembra que a planta infestante compete diretamente com a soja por água, luz e nutrientes, reduzindo produtividade e rendimento. “Onde a infestação é maior, a perda é inevitável. Ou seja, quem ignora o problema perde duas vezes: na lavoura e na comercialização. Por isso, a tolerância é zero. Não pode ter carrapicho no grão”, reforça.
Manejo antecipado é a única forma de evitar perdasA Coocam reforça que o manejo precisa ser antecipado e estratégico. O primeiro passo é o monitoramento constante da lavoura, especialmente em bordaduras, áreas úmidas, beiras de contenção e locais com histórico da infestação. Havendo ocorrência, o controle pode ser mecânico, em situações pontuais, ou químico, com uso de herbicidas adequados. “O controle químico com glifosato apresenta bons resultados e custo acessível, mas precisa ser feito no momento certo”, orienta o agrônomo.
O alerta mais importante é claro e direto. Controlar carrapicho apenas na dessecação da soja é tarde demais. “Se a semente do carrapicho já está formada, ele vai contaminar a soja da mesma forma. O controle precisa ser antecipado”, enfatiza Silvio Zanon. Diante do elevado número de registros de contaminação na última safra, a Coocam intensifica esta campanha porque o risco é coletivo. Quem não realizar o manejo corretamente pode ficar sem mercado.
Legislação é rígida e não permite exceçõesNo Brasil, existe uma regulamentação específica sobre sementes proibidas, que inclui diversas espécies infestantes cuja presença em cargas agrícolas é vedada. A legislação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) estabelece critérios rigorosos para a produção, comercialização e transporte de sementes e grãos. A Instrução Normativa nº 46/2013 lista espécies cujas sementes não podem estar presentes em grandes culturas, justamente para evitar riscos sanitários, ambientais e comerciais. Nesse contexto, o carrapicho é classificado como uma espécie que deve ser rigorosamente evitada, reforçando que não se trata de uma regra da Coocam, mas de uma obrigação legal válida para todo o setor.
Fonte: Assessoria de Comunicação Coocam.
28/01/2026
Colaboradores da Coocam se destacam no 6º Bolim de Ouro
Resultados expressivos reforçam o incentivo da cooperativa ao esporte e a evolução dos atletas da SER Coocam nas competições oficiais.
Dois colaboradores da Coocam foram destaque na etapa catarinense da 6ª edição do Bolim de Ouro, uma das mais importantes competições de bocha do país. Realizado em Salto Veloso, nos dias 23, 24 e 25 de janeiro, o campeonato reuniu 72 atletas de diversas regiões de Santa Catarina e integra um circuito nacional, no qual cada estado promove sua fase classificatória antes da grande final, prevista para dezembro, em São Paulo. As partidas foram marcadas por alto nível técnico.
Representando a cidade de Luzerna na temporada 2026 e também a Coocam, Bruno Scotti conquistou o primeiro lugar na etapa estadual, garantindo vaga direta na chamada Liga dos Campeões, que reúne os campeões de cada estado brasileiro participante. Já Dheon Moreira, que representou Campos Novos, teve desempenho expressivo e encerrou sua participação entre os dez melhores atletas, alcançando a 9ª colocação, conforme os cruzamentos da competição.
Segundo Bruno, além do resultado esportivo, a participação só foi possível graças ao apoio institucional. “A Coocam é fundamental nessas participações, o que faz toda a diferença em competições de alto nível. Esse incentivo mostra que o esporte continua sendo valorizado dentro da cooperativa”, destacou. Como premiação no Bolim de Ouro, Bruno recebeu passagens aéreas e auxílio para despesas de hospedagem e alimentação para disputar a fase nacional, em São Paulo.
Além do Bolim de Ouro Nacional, Bruno também confirmou participação em outra modalidade em ascensão: a bocha psicodélica, uma versão moderna da bocha tradicional que mantém a essência do jogo, mas apresenta um formato mais dinâmico, rápido e visualmente atrativo, especialmente voltado a um público mais jovem. A modalidade vem ganhando espaço no cenário esportivo e deve integrar futuras competições.
Próximo desafio já tem data e local definidosO calendário esportivo segue intenso. O próximo compromisso será nos dias 7 e 8 de fevereiro, em Pato Branco (PR), durante a fase nacional da 1ª Copa Cidade da Bocha, disputada na modalidade de duplas. Bruno jogará ao lado de Márcio Silva, também colaborador da Coocam, enquanto Claudemir dos Santos (Ni), pai de Bruno, integrará a equipe como reserva. Nesta etapa, o trio representará exclusivamente a Coocam, levando o nome da cooperativa ao cenário nacional da bocha.
Os resultados acumulados ao longo das últimas competições confirmam a força da SER Coocam e reforçam o papel da cooperativa no incentivo ao esporte como ferramenta de integração, bem-estar e valorização de seus colaboradores, projetando o nome da Coocam e dos municípios os quais representam.
Fonte: Assessoria de Comunicação Coocam.
28/01/2026
LAS Copercampos alcança 100% de conformidade em ensaio de proficiência para soja
O Laboratório de Análise de Sementes (LAS) da Copercampos obteve 100% de conformidade no relatório de participação da rodada dos Ensaios de Proficiência em Amostras de Sementes de Soja, promovidos pela Rede Metrológica do Rio Grande do Sul. O resultado reforça a confiabilidade, a precisão e a excelência técnica do trabalho desenvolvido pelo laboratório.
A Copercampos participou do programa ao lado de 44 laboratórios credenciados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), provenientes de diferentes regiões do Brasil. O desempenho, sem registro de qualquer item não conforme, evidencia a eficiência dos processos analíticos e o elevado padrão de qualidade adotado pelo LAS.
Mais uma vez, o Laboratório de Análise de Sementes da Copercampos tem seu trabalho reconhecido, comprovando o comprometimento com os requisitos da NBR ISO/IEC 17025, a qualificação contínua da equipe técnica e a execução das análises em estrita conformidade com os métodos oficiais aprovados pelo MAPA. Esse conjunto de fatores consolida o laboratório como referência nacional na área de análises de sementes.
O certificado de desempenho, emitido em 22 de janeiro de 2026 pela Associação Rede de Metrologia e Ensaios do Rio Grande do Sul, entidade reconhecida pelo MAPA para a realização dos ensaios de proficiência, atesta a excelência dos resultados obtidos. Todos os laboratórios participantes receberam amostras de sementes para análise e, com base nos resultados, a associação emitiu seu parecer técnico.
As avaliações contemplaram as análises de Pureza, Determinação de Outras Sementes por Número, Vigor (Envelhecimento Acelerado), Teste de Tetrazólio e Peso de Mil Sementes, parâmetros fundamentais para assegurar a qualidade e o desempenho das sementes utilizadas no campo.
Segundo a engenheira agrônoma Vanessa Pezzini Scalon, o desempenho alcançado demonstra a seriedade, a competência técnica e o comprometimento do laboratório com a qualidade, a segurança e a confiabilidade das análises realizadas para o setor agrícola. “Além do reconhecimento técnico em âmbito nacional, o resultado possui importância estratégica para a Copercampos e seus associados, pois garante segurança, confiabilidade e agilidade nas análises de sementes utilizadas no planejamento e na condução das lavouras”.
O trabalho desenvolvido pelo LAS Copercampos contribui diretamente para decisões mais assertivas no campo, assegurando a qualidade das sementes, a conformidade com a legislação vigente e o fortalecimento da competitividade e da sustentabilidade da produção agrícola dos associados.
Fonte: Assessoria de Comunicação Copercampos.
Números
Números
Criado com a missão de promover e cuidar da saúde humana, o cooperativismo de saúde brasileiro é o maior do mundo e referência para todos os países que desejem avançar no setor a partir do modelo de negócio cooperativo. Reunindo profissionais de saúde e seus usuários, as cooperativas do ramo têm por objetivo prover ou adquirir serviços focados na preservação, assistência e promoção da saúde humana. Com mais de 60 anos de existência, o ramo é composto por cooperativas médicas, odontológicas e de todas as profissões classificadas no CNAE como “atividades de atenção à saúde humana”, além das cooperativas formadas por pessoas que se reúnem para constituir um plano de saúde.
30
Cooperativas
15.336
Cooperados
12.850
Empregos
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