Soluções para negócios mais competitivos.
Soluções para negócios mais competitivos.
Cooperativa também é negócio!

Cooperativismo é um modelo de negócios. Único, diferenciado e cheio de benefícios para todos os envolvidos, mas, ainda assim, um modelo de negócios. Por isso, se queremos ver mais e mais cooperativas crescendo e se desenvolvendo, gerando mais empregos, mais transformação e mudança, precisamos falar sobre a competitividade das nossas coops nos mercados nacional e internacional.
E para isso, o Sistema OCB criou o NegóciosCoop, nosso eixo de serviços focado em tornar as cooperativas ainda mais competitivas, com ferramentas para aumentar receita, explorar novos mercados e levar o coop brasileiro para o mundo!
E para isso, o Sistema OCB criou o NegóciosCoop, nosso eixo de serviços focado em tornar as cooperativas ainda mais competitivas, com ferramentas para aumentar receita, explorar novos mercados e levar o coop brasileiro para o mundo!
Apoiamos o desenvolvimento do negócio da sua cooperativa
O NegóciosCoop tem a solução que a sua coop precisa: De um diagnóstico completo do negócio e oferta de consultorias e instrutorias para a organização mercadológica a um passo a passo para internacionalizar suas vendas, com direito até ao apoio para a conquista de novos parceiros comerciais. O Programa oferece soluções focadas nos mercados nacional e internacional para cooperativas em diferentes estágios de desenvolvimento. Navegue e conheça tudo que o NegóciosCoop tem a oferecer.
Mercado
Nacional
Sabemos que para acessar novos mercados e clientes, o que inclui participar de feiras e rodadas de negócios e inclusive vender para o governo, a coop deve ser competitiva e antenada com as novidades e para isso a organização interna é imprescindível. O Sistema OCB pensou em tudo isso ao desenvolver ações focadas para o mercado nacional.
Mercado
Internacional
Exportar proporciona vários benefícios para as organizações como melhora dos resultados econômicos, aumento da produtividade e qualidade do produto e, em muitos casos essas organizações empregam mais e pagam melhores salários para os seus colaboradores. A qualificação para a exportação é o primeiro passo para a cooperativa que deseja acessar o mercado internacional e apenas uma, das diversas soluções que o NegóciosCoop oferta para esse objetivo.
Site NegóciosCoop
E se você quer acompanhar conteúdos e oportunidades com foco em negócios, o Site NegóciosCoop reúne e divulga notícias para auxiliar as cooperativas a desbravarem novos mercados, dentro e fora do Brasil. O site traz ainda oportunidades de intercooperação e uma área dedicada aos estudos e análises econômicas focadas em inteligência de mercado.

Assessoria Contábil
As especificidades da contabilidade de cooperativas não precisam ser um desafio. O programa gestão financeira e contábil aplica um sistema de gestão contábil referência no mercado e capacita os colaboradores da sua coop agro na utilização, com foco na contabilidade de cooperativas.
Ficou interessado?
Ficou interessado?
Conteúdos relacionados
19/10/2026
Coocam recebe parceira internacional para avaliar alternativas de crédito e barter
Encontro tratou de possibilidades para o próximo ano e da evolução das operações voltadas ao produtor rural A Cooperativa Agropecuária Camponovense (Coocam) recebeu, recentemente, representantes da Syngenta para uma reunião voltada à discussão de alternativas de Crédito e Contrato de Barter, com o objetivo de avaliar possibilidades para o próximo ano e aprimorar as soluções oferecidas aos produtores. Participaram do encontro o vice-presidente da Coocam, Riscala Miguel Fadel Junior, e pela Syngenta, Erivelton Zanon, RTV da empresa na região, além de Julio Alves e Marcio Simões do time de crédito e barter. A reunião foi marcada pela troca de informações sobre o cenário das operações e pela avaliação de alternativas que possam acompanhar as necessidades dos produtores nas próximas safras. A proposta é avançar na construção de soluções que contribuam para o planejamento da atividade e para a relação entre crédito, aquisição de insumos e comercialização da produção. Entre os temas discutidos esteve o Contrato de Barter, operação utilizada no agronegócio que permite vincular a aquisição de insumos à entrega futura de produtos agrícolas. Na prática, o modelo estabelece uma relação entre o fornecimento dos insumos e a produção futura, permitindo ao produtor organizar parte dos custos da safra de acordo com o ciclo de produção. “A ideia é discutir caminhos, aperfeiçoar processos e construir alternativas que estejam cada vez mais próximas da realidade do produtor rural”, comenta Zanon. A aproximação entre Coocam e Syngenta integra uma relação que já possui histórico de iniciativas conjuntas na região. A cooperativa e a empresa mantêm parcerias em diferentes frentes do agronegócio, incluindo ações técnicas voltadas aos produtores. Fonte: Assessoria de comunicação Coocam Editado por: Assessoria de comunicação Sistema OCESC
19/10/2026
Cegero abre Consulta Pública para a reforma do Estatuto Social
A Cooperativa de Eletricidade de São Ludgero (Cegero) iniciou a Consulta Pública 01/2026 destinada à apresentação e ao recebimento de contribuições dos associados sobre as propostas de reforma dos Estatutos Sociais das Cooperativas “Cegero Distribuição”, “Cegero GD” e da “Associação Cegero”. As Assembleias Gerais Extraordinárias serão realizadas no dia 11 de novembro.
A consulta permanecerá aberta até o dia 31 de outubro de 2026 e tem como objetivo possibilitar que os associados conheçam previamente as alterações propostas, analisem os documentos disponibilizados e encaminhem sugestões antes da deliberação em Assembleias Gerais Extraordinárias, que serão realizadas no dia 11 de novembro de 2026, no Auditório Danilo Niehues, localizado na Sede da Cooperativa, na Rua Dona Gertrudes, nº 1775, Divina Providência, São Ludgero/SC – CEP 88730-000.
Para facilitar a análise as minutas das propostas de reforma estatutária e os relatórios consolidados, incluindo os quadros comparativos entre os Estatutos vigentes e as propostas de 2026, bem como os editais de convocação das Assembleias estão disponíveis no link:https://www.cegero.coop.br/reformaestatutaria.
As sugestões e contribuições às propostas de reforma estatutária deverão ser encaminhadas pelos associados, dentro do período estabelecido para o e-mail reformaestatutaria@cegero.coop.br. As manifestações serão analisadas pelo Conselho de Administração e seu encaminhamento não implica obrigatoriedade na incorporação à proposta a ser submetida à Assembleia Geral.
Etapas da Consulta Pública
O processo será realizado nas seguintes etapas:
1 - Período para envio de contribuições — 09/10/2026 a 31/10/2026Durante esse período, os associados poderão analisar os documentos e encaminhar suas sugestões, observações e contribuições pelo e-mail reformaestatutaria@cegero.coop.br, disponibilizado pela Cooperativa.
2 - Análise das contribuições pelo Conselho de Administração — entre 01/11/2026 e 10/11/2026Após o encerramento da consulta, as manifestações recebidas serão avaliadas pelo Conselho de Administração em reunião extraordinária destinada à apreciação das contribuições apresentadas e à emissão da proposta final que será levada à Assembleia Geral.
3 - Publicação do relatório final da Consulta Pública — 10/11/2026Antes da Assembleia Geral, a Cegero publicará em seu site o relatório consolidado das contribuições recebidas, com a indicação das manifestações acolhidas ou não acolhidas e as respectivas justificativas.
4 - Publicação da minuta revisada — 10/11/2026Juntamente com o relatório final, será disponibilizada a versão revisada das propostas de reforma estatutária, incorporando as alterações decorrentes das contribuições acolhidas.
5 - Assembleia Geral Extraordinária — 11/11/2026Concluída a etapa de Consulta Pública, as propostas finais serão submetidas à deliberação dos associados nas Assembleias Gerais Extraordinárias previstas para o dia 11 de novembro de 2026.
A Cegero reforça a importância da participação dos associados neste processo. A Consulta Pública representa uma oportunidade para conhecer as propostas, apresentar contribuições e acompanhar de forma transparente a construção dos textos que serão levados às Assembleias Gerais.
Consulta Pública: 09/10/2026 a 31/10/2026Envio de contribuições: reformaestatutaria@cegero.coop.brDocumentos: https://www.cegero.coop.br/reformaestatutariaAssembleias Gerais Extraordinárias: 11/11/2026
Fonte: Assessoria de comunicação Cegero
Editado por: Assessoria de comunicação Sistema OCESC
19/10/2026
SESCOOP/SC promove palestra sobre inteligência artificial e aplicações práticas no trabalho
A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas organizações e, com o propósito de atualizar as cooperativas catarinenses sobre o assunto, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) realizou na quinta-feira, 15 de outubro, a palestra on-line “IA na prática – prompts que transformam ideias em soluções”.
O objetivo foi capacitar os participantes para ampliar o entendimento da aplicação a inteligência artificial no desenvolvimento de equipes de alta performance, com foco na elaboração de prompts claros e eficazes que favoreçam o aumento da produtividade, a qualidade das entregas e a agilidade na resolução de problemas do ambiente de trabalho.
Durante a palestra, foi apresentado conceito da IA generativa, elaboração e revisão de textos, organização de informações, síntese de documentos e adaptação de conteúdo para diferentes públicos. O encontro também apresentou dicas práticas para construir prompts mais específicos e com qualidade e destacou a importância do uso responsável da tecnologia, com atenção à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Para saber mais sobre os treinamentos ofertados pelo SESCOOP/SC, entre em contato com o nosso pelo e-mail treinamentos@sescoopsc.coop.br, no WhatsApp (48) 9 9159-2159 ou na plataforma CapacitaCoop/SC.
Fonte: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC
19/10/2026
Licenciamento ambiental da rizicultura ameaça produção de arroz em Santa Catarina
As entidades representativas do setor agropecuário catarinense — Sistema OCESC, FAESC, FETAESC e SindArroz-SC — manifestam profunda preocupação com a possibilidade de retorno da imposição de licenciamento ambiental para o cultivo de arroz em Santa Catarina.
A medida acrescenta uma camada de burocracia, custos e insegurança jurídica a uma cadeia produtiva essencial para a economia, para milhares de famílias rurais e para o abastecimento de alimentos.
Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do Brasil. Na safra 2024/2025, produziu 1,3 milhão de toneladas de arroz, em aproximadamente 145 mil hectares distribuídos por 83 municípios. A atividade envolve 5.916 estabelecimentos rurais, dos quais cerca de 82% pertencem a pequenos produtores e agricultores familiares.
A rizicultura catarinense já está submetida a instrumentos específicos de controle ambiental. O Cadastro Ambiental Rural (CAR) registra a situação ambiental das propriedades; a outorga de uso da água estabelece condições para utilização dos recursos hídricos; e o receituário agronômico disciplina a aplicação de defensivos.
A imposição de uma licença ambiental geral, que já havia sido dispensada para o cultivo de arroz, tende a sobrepor procedimentos existentes, elevar despesas e aumentar a carga administrativa sem demonstração de que essa duplicação produzirá benefício ambiental proporcional.
O setor agropecuário reconhece e cumpre sua responsabilidade ambiental. Contudo, a reimplantação da licença precisa estar amparada em critérios técnicos, proporcionalidade, segurança jurídica e comprovação objetiva de sua necessidade.
A reimposição dessa exigência pode atingir com maior intensidade justamente os pequenos produtores, que representam a ampla maioria da rizicultura catarinense. Novos estudos, documentos, taxas e procedimentos podem dificultar o planejamento da safra, aumentar os custos de produção e criar obstáculos adicionais ao acesso ao crédito.
As consequências ultrapassam as propriedades rurais. O aumento de custos e da insegurança regulatória pode desestimular produtores, provocar migração para outras atividades, reduzir a produção estadual e pressionar os preços dos alimentos. Em uma cadeia responsável pelo abastecimento de consumidores dentro e fora de Santa Catarina, decisões dessa natureza também precisam considerar seus efeitos sobre a segurança alimentar.
Defendemos que o julgamento a ser realizado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), previsto para o próximo dia 21, considere os mecanismos de controle ambiental já aplicados à atividade e estabeleça regras claras, tecnicamente justificadas e compatíveis com a realidade produtiva catarinense.
A proteção ambiental deve caminhar ao lado da produção de alimentos, da permanência das famílias no campo e da segurança jurídica. Reimplantar essa obrigação sem demonstração técnica de necessidade coloca em risco uma cadeia produtiva estratégica para Santa Catarina e transfere ao produtor custos e incertezas que chegarão também ao consumidor.
As entidades abaixo assinadas defendem uma decisão baseada em evidências, equilíbrio regulatório e respeito à realidade econômica, social e ambiental da rizicultura catarinense.
Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Sistema OCESC), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (FETAESC) e Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC).