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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!

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20/10/2026

Cooperja promove palestra especial em homenagem ao Dia do Professor

Iniciativa fortalece laços entre escola, comunidade e cooperativismo Na quinta-feira, 8 de outubro, a Cooperja promoveu a palestra “Cooperativismo: Gratidão e Legado”. O evento reuniu professores e profissionais da educação das escolas participantes do Programa Cooperja do Amanhã Escolas e, teve como objetivo homenageá-los pela passagem do Dia do Professor, reconhecendo sua dedicação e o seu papel fundamental na formação das futuras gerações. A ação teve o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) por meio do Projeto JCC Game, e integrou as iniciativas de educação cooperativista desenvolvidas pela Cooperja em parceria com as escolas. Através da parceria com as escolas, os estudantes têm acesso a conteúdos sobre cooperativismo, educação financeira e sustentabilidade, fortalecendo valores essenciais para a construção de uma sociedade mais consciente, participativa e comprometida coletivamente. Durante o encontro, os participantes foram convidados a refletir sobre a importância da gratidão, das experiências vividas e das pessoas que fazem parte de sua trajetória. Para Andréia Regina Rosa da Silva, da E.M.E.B. Albino Zanatta, a abordagem sensível da palestrante trouxe uma importante reflexão sobre o impacto que cada educador exerce na vida de seus alunos. “O verdadeiro legado é construído diariamente, por meio dos valores, exemplos e ensinamentos compartilhados ao longo da vida”, destaca. A Coordenadora Social da Cooperja, Elisabete Santos, destaca a importância da união entre as instituições para o sucesso da iniciativa: "Quero agradecer às direções das escolas, às Secretarias de Educação e à Coordenadoria Regional de Educação, que abrem as portas para a realização deste trabalho, bem como aos professores, que nos acolhem em suas salas de aula. Juntos, colocamos em prática o 5º e o 7º princípios do cooperativismo, semeando nas crianças e nos adolescentes valores que certamente colheremos no futuro. Com esta palestra, também queremos reconhecer e valorizar os professores, profissionais que exercem uma missão tão importante e especial na formação das novas gerações". {gallery}20-10-26_cooperja_palestra_dia_dos_professores{/gallery} Fonte: Assessoria de comunicação Cooperja Editado por: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC
Cooperja promove palestra especial em homenagem ao Dia do Professor
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19/10/2026

Coocam recebe parceira internacional para avaliar alternativas de crédito e barter

Encontro tratou de possibilidades para o próximo ano e da evolução das operações voltadas ao produtor rural A Cooperativa Agropecuária Camponovense (Coocam) recebeu, recentemente, representantes da Syngenta para uma reunião voltada à discussão de alternativas de Crédito e Contrato de Barter, com o objetivo de avaliar possibilidades para o próximo ano e aprimorar as soluções oferecidas aos produtores. Participaram do encontro o vice-presidente da Coocam, Riscala Miguel Fadel Junior, e pela Syngenta, Erivelton Zanon, RTV da empresa na região, além de Julio Alves e Marcio Simões do time de crédito e barter. A reunião foi marcada pela troca de informações sobre o cenário das operações e pela avaliação de alternativas que possam acompanhar as necessidades dos produtores nas próximas safras. A proposta é avançar na construção de soluções que contribuam para o planejamento da atividade e para a relação entre crédito, aquisição de insumos e comercialização da produção. Entre os temas discutidos esteve o Contrato de Barter, operação utilizada no agronegócio que permite vincular a aquisição de insumos à entrega futura de produtos agrícolas. Na prática, o modelo estabelece uma relação entre o fornecimento dos insumos e a produção futura, permitindo ao produtor organizar parte dos custos da safra de acordo com o ciclo de produção. “A ideia é discutir caminhos, aperfeiçoar processos e construir alternativas que estejam cada vez mais próximas da realidade do produtor rural”, comenta Zanon. A aproximação entre Coocam e Syngenta integra uma relação que já possui histórico de iniciativas conjuntas na região. A cooperativa e a empresa mantêm parcerias em diferentes frentes do agronegócio, incluindo ações técnicas voltadas aos produtores. Fonte: Assessoria de comunicação Coocam Editado por: Assessoria de comunicação Sistema OCESC
Coocam recebe parceira internacional para avaliar alternativas de crédito e barter
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19/10/2026

Cegero abre Consulta Pública para a reforma do Estatuto Social

A Cooperativa de Eletricidade de São Ludgero (Cegero) iniciou a Consulta Pública 01/2026 destinada à apresentação e ao recebimento de contribuições dos associados sobre as propostas de reforma dos Estatutos Sociais das Cooperativas “Cegero Distribuição”, “Cegero GD” e da “Associação Cegero”. As Assembleias Gerais Extraordinárias serão realizadas no dia 11 de novembro. A consulta permanecerá aberta até o dia 31 de outubro de 2026 e tem como objetivo possibilitar que os associados conheçam previamente as alterações propostas, analisem os documentos disponibilizados e encaminhem sugestões antes da deliberação em Assembleias Gerais Extraordinárias, que serão realizadas no dia 11 de novembro de 2026, no Auditório Danilo Niehues, localizado na Sede da Cooperativa, na Rua Dona Gertrudes, nº 1775, Divina Providência, São Ludgero/SC – CEP 88730-000. Para facilitar a análise as minutas das propostas de reforma estatutária e os relatórios consolidados, incluindo os quadros comparativos entre os Estatutos vigentes e as propostas de 2026, bem como os editais de convocação das Assembleias estão disponíveis no link:https://www.cegero.coop.br/reformaestatutaria. As sugestões e contribuições às propostas de reforma estatutária deverão ser encaminhadas pelos associados, dentro do período estabelecido para o e-mail reformaestatutaria@cegero.coop.br. As manifestações serão analisadas pelo Conselho de Administração e seu encaminhamento não implica obrigatoriedade na incorporação à proposta a ser submetida à Assembleia Geral. Etapas da Consulta Pública O processo será realizado nas seguintes etapas: 1 - Período para envio de contribuições — 09/10/2026 a 31/10/2026Durante esse período, os associados poderão analisar os documentos e encaminhar suas sugestões, observações e contribuições pelo e-mail reformaestatutaria@cegero.coop.br, disponibilizado pela Cooperativa. 2 - Análise das contribuições pelo Conselho de Administração — entre 01/11/2026 e 10/11/2026Após o encerramento da consulta, as manifestações recebidas serão avaliadas pelo Conselho de Administração em reunião extraordinária destinada à apreciação das contribuições apresentadas e à emissão da proposta final que será levada à Assembleia Geral. 3 - Publicação do relatório final da Consulta Pública — 10/11/2026Antes da Assembleia Geral, a Cegero publicará em seu site o relatório consolidado das contribuições recebidas, com a indicação das manifestações acolhidas ou não acolhidas e as respectivas justificativas. 4 - Publicação da minuta revisada — 10/11/2026Juntamente com o relatório final, será disponibilizada a versão revisada das propostas de reforma estatutária, incorporando as alterações decorrentes das contribuições acolhidas. 5 - Assembleia Geral Extraordinária — 11/11/2026Concluída a etapa de Consulta Pública, as propostas finais serão submetidas à deliberação dos associados nas Assembleias Gerais Extraordinárias previstas para o dia 11 de novembro de 2026.      A Cegero reforça a importância da participação dos associados neste processo. A Consulta Pública representa uma oportunidade para conhecer as propostas, apresentar contribuições e acompanhar de forma transparente a construção dos textos que serão levados às Assembleias Gerais. Consulta Pública: 09/10/2026 a 31/10/2026Envio de contribuições: reformaestatutaria@cegero.coop.brDocumentos: https://www.cegero.coop.br/reformaestatutariaAssembleias Gerais Extraordinárias: 11/11/2026   Fonte: Assessoria de comunicação Cegero Editado por: Assessoria de comunicação Sistema OCESC
Cegero abre Consulta Pública para a reforma do Estatuto Social
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19/10/2026

SESCOOP/SC promove palestra sobre inteligência artificial e aplicações práticas no trabalho

A inteligência artificial já faz parte da rotina de muitas organizações e, com o propósito de atualizar as cooperativas catarinenses sobre o assunto, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC) realizou na quinta-feira, 15 de outubro, a palestra on-line “IA na prática – prompts que transformam ideias em soluções”. O objetivo foi capacitar os participantes para ampliar o entendimento da aplicação a inteligência artificial no desenvolvimento de equipes de alta performance, com foco na elaboração de prompts claros e eficazes que favoreçam o aumento da produtividade, a qualidade das entregas e a agilidade na resolução de problemas do ambiente de trabalho. Durante a palestra, foi apresentado conceito da IA generativa, elaboração e revisão de textos, organização de informações, síntese de documentos e adaptação de conteúdo para diferentes públicos. O encontro também apresentou dicas práticas para construir prompts mais específicos e com qualidade e destacou a importância do uso responsável da tecnologia, com atenção à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Para saber mais sobre os treinamentos ofertados pelo SESCOOP/SC, entre em contato com o nosso pelo e-mail treinamentos@sescoopsc.coop.br, no WhatsApp (48) 9 9159-2159 ou na plataforma CapacitaCoop/SC. Fonte: Assessoria de comunicação interna SESCOOP/SC
SESCOOP/SC promove palestra sobre inteligência artificial e aplicações práticas no trabalho
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19/10/2026

Licenciamento ambiental da rizicultura ameaça produção de arroz em Santa Catarina

As entidades representativas do setor agropecuário catarinense — Sistema OCESC, FAESC, FETAESC e SindArroz-SC — manifestam profunda preocupação com a possibilidade de retorno da imposição de licenciamento ambiental para o cultivo de arroz em Santa Catarina. A medida acrescenta uma camada de burocracia, custos e insegurança jurídica a uma cadeia produtiva essencial para a economia, para milhares de famílias rurais e para o abastecimento de alimentos. Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do Brasil. Na safra 2024/2025, produziu 1,3 milhão de toneladas de arroz, em aproximadamente 145 mil hectares distribuídos por 83 municípios. A atividade envolve 5.916 estabelecimentos rurais, dos quais cerca de 82% pertencem a pequenos produtores e agricultores familiares. A rizicultura catarinense já está submetida a instrumentos específicos de controle ambiental. O Cadastro Ambiental Rural (CAR) registra a situação ambiental das propriedades; a outorga de uso da água estabelece condições para utilização dos recursos hídricos; e o receituário agronômico disciplina a aplicação de defensivos. A imposição de uma licença ambiental geral, que já havia sido dispensada para o cultivo de arroz, tende a sobrepor procedimentos existentes, elevar despesas e aumentar a carga administrativa sem demonstração de que essa duplicação produzirá benefício ambiental proporcional. O setor agropecuário reconhece e cumpre sua responsabilidade ambiental. Contudo, a reimplantação da licença precisa estar amparada em critérios técnicos, proporcionalidade, segurança jurídica e comprovação objetiva de sua necessidade. A reimposição dessa exigência pode atingir com maior intensidade justamente os pequenos produtores, que representam a ampla maioria da rizicultura catarinense. Novos estudos, documentos, taxas e procedimentos podem dificultar o planejamento da safra, aumentar os custos de produção e criar obstáculos adicionais ao acesso ao crédito. As consequências ultrapassam as propriedades rurais. O aumento de custos e da insegurança regulatória pode desestimular produtores, provocar migração para outras atividades, reduzir a produção estadual e pressionar os preços dos alimentos. Em uma cadeia responsável pelo abastecimento de consumidores dentro e fora de Santa Catarina, decisões dessa natureza também precisam considerar seus efeitos sobre a segurança alimentar. Defendemos que o julgamento a ser realizado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), previsto para o próximo dia 21, considere os mecanismos de controle ambiental já aplicados à atividade e estabeleça regras claras, tecnicamente justificadas e compatíveis com a realidade produtiva catarinense. A proteção ambiental deve caminhar ao lado da produção de alimentos, da permanência das famílias no campo e da segurança jurídica. Reimplantar essa obrigação sem demonstração técnica de necessidade coloca em risco uma cadeia produtiva estratégica para Santa Catarina e transfere ao produtor custos e incertezas que chegarão também ao consumidor. As entidades abaixo assinadas defendem uma decisão baseada em evidências, equilíbrio regulatório e respeito à realidade econômica, social e ambiental da rizicultura catarinense. Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Sistema OCESC), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (FETAESC) e Sindicato das Indústrias de Arroz de Santa Catarina (SindArroz-SC).
Licenciamento ambiental da rizicultura ameaça produção de arroz em Santa Catarina
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16/10/2026

SESCOOP/SC apoia SESMT da Cooper A1 na maior feira de segurança e proteção da América Latina

Com mais de 2 mil colaboradores atuando em diferentes áreas de negócio, a Cooper A1 tem na segurança e na saúde ocupacional um compromisso permanente. Para fortalecer esse trabalho e acompanhar as principais tendências do setor, representantes do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) da cooperativa, participaram da 25ª edição da Feira Internacional de Segurança e Proteção (FISP), realizada de 6 a 8 de outubro, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP).  Representaram a Cooper A1 na feira, que é considerada uma das mais importantes da América Latina no segmento de Segurança e Saúde no Trabalho, o coordenador do SESMT, Fábio Junior Strapazzon, a médica do trabalho, dra. Caroline Lucca, e a enfermeira do trabalho, Adeliza Fogassi Balhejos. A participação contou com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Santa Catarina (SESCOOP/SC), por meio do Programa Atividade Delegada, na modalidade Inscrições Livres. A programação do evento teve foco nos desafios atuais da Segurança e Saúde no Trabalho. Reuniu debates e soluções sobre inteligência artificial aplicada à gestão de riscos, monitoramento da saúde dos trabalhadores, ergonomia, saúde mental e os fatores de riscos psicossociais, formas atuais de inclusão de Pessoas com Deficiência (PCDs), prevenção de doenças ocupacionais e segurança. Segundo o coordenador do SESMT, Fábio Junior Strapazzon, os conteúdos reforçaram uma tendência cada vez mais presente: a segurança precisa estar integrada às decisões, aos processos, às lideranças e à rotina dos trabalhadores, fortalecendo uma cultura preventiva e sustentável. “A segurança do trabalho evolui constantemente, seja por meio de novas tecnologias, mudanças na legislação ou surgimento de ferramentas mais eficientes de prevenção. O conhecimento adquirido durante a feira retorna para a cooperativa em forma de melhorias contínuas, prevenção, inovação e cuidado, contribuindo para que cada colaborador desenvolva suas atividades em um ambiente cada vez mais seguro e saudável”. Atualmente, o setor do SESMT da Cooper A1 possui uma equipe multidisciplinar formada por 16 profissionais, entre técnicos de segurança do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho, psicóloga, ergonomista, enfermeiros, médica do trabalho e equipe de apoio (auxiliar de escritório e motorista do consultório móvel), que tem a função principal de proteger a integridade física e promover a saúde dos trabalhadores, prevenindo acidentes e doenças ocupacionais. Fonte: Assessoria de comunicação Cooper A1
SESCOOP/SC apoia SESMT da Cooper A1 na maior feira de segurança e proteção da América Latina
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16/10/2026

Sicoob São Miguel comemora reconhecimento como uma das Melhores Empresas Para Trabalhar do Brasil

O Sicoob São Miguel conquistou a 40ª posição no ranking das 175 Melhores Empresas Para Trabalhar™ no Brasil 2026, promovido pela Great Place To Work (GPTW), um dos mais importantes reconhecimentos relacionados à gestão de pessoas e clima organizacional do país. Nesta edição, o levantamento contou com a participação de 5.897 empresas, das quais 5.580 foram habilitadas para concorrer ao ranking nacional, representando mais de 5 milhões de trabalhadores em todo o Brasil. O reconhecimento é resultado da avaliação realizada pelos próprios colaboradores por meio da Pesquisa de Clima Organizacional, na qual o Sicoob São Miguel conquistou a expressiva nota de 89 pontos. Além disso, a cooperativa apresentou suas práticas de gestão de pessoas, desenvolvimento de equipes e cultura organizacional para avaliação da comissão responsável pelo ranking. Esta é a primeira vez que o Sicoob São Miguel integra o ranking nacional da GPTW entre as 175 melhores empresas para trabalhar no Brasil. Nos anos anteriores, a cooperativa já havia sido certificada por seis anos consecutivos como uma excelente empresa para trabalhar.  Para o presidente do Sicoob São Miguel, Edemar Fronchetti, o reconhecimento reflete um trabalho construído coletivamente. "Estar entre as Melhores Empresas para Trabalhar do Brasil é um orgulho imenso para todos nós. Esse reconhecimento é resultado do engajamento dos nossos colaboradores e de uma cultura que valoriza as pessoas, incentiva o desenvolvimento e fortalece relações baseadas na confiança, no respeito e na cooperação. Mais do que uma conquista institucional, este é um reconhecimento de todos que contribuem diariamente para fazer do Sicoob São Miguel um excelente lugar para trabalhar." Fonte: Assessoria de comunicação Sicoob São Miguel Editado por: Assessoria de comunicação Sistema OCESC
Sicoob São Miguel comemora reconhecimento como uma das Melhores Empresas Para Trabalhar do Brasil
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16/10/2026

Treze cooperativas catarinenses receberão Certificado de Responsabilidade Social da ALESC

Reconhecimento evidencia o compromisso das cooperativas com práticas de responsabilidade social, ambiental e econômica e com o desenvolvimento sustentável de Santa Catarina. O desenvolvimento de uma comunidade se revela nas oportunidades criadas, no cuidado com as pessoas e no compromisso com o futuro. Nesse contexto, cooperativas catarinenses tiveram suas práticas reconhecidas na 15ª edição do Certificado de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC). A iniciativa valoriza organizações comprometidas com a responsabilidade socioambiental e o desenvolvimento sustentável. A certificação considera as ações apresentadas pelas organizações em seus balanços sociais e busca dar visibilidade ao impacto positivo nas dimensões social, ambiental, econômica e institucional. A cerimônia de entrega do reconhecimento está prevista para 7 de dezembro, na sede da ALESC, em Florianópolis. A participação das cooperativas catarinenses no Certificado de Responsabilidade Social demonstra o compromisso do cooperativismo com um modelo de negócios que considera os resultados econômicos, mas também os impactos gerados na vida das pessoas e nas comunidades, conforme destaca o presidente da Comissão Mista de Certificação de Responsabilidade Social da ALESC e coordenador administrativo e financeiro da OCESC, Aureo Tedesco. “A certificação dá visibilidade a práticas que contribuem para uma sociedade mais sustentável e destaca a importância de reconhecer e estimular organizações comprometidas com essa responsabilidade”, afirma. Cooperativas certificadas As cooperativas catarinenses relacionadas entre as organizações certificadas são: Cooperativa Central de Crédito de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Sicoob Central SC/RS), de Florianópolis; Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados do Alto Uruguai Catarinense (Sicoob Crediauc), de Concórdia; Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados São Miguel do Oeste (Sicoob São Miguel SC/PR/RS), de São Miguel do Oeste; Cooperativa de Crédito Litorânea Jacinto Machado, de Jacinto Machado; Cooperativa de Crédito Maxi Alfa de Livre Admissão de Associados (Sicoob MaxiCrédito), de Chapecó; Cooperativa de Crédito Vale do Itajaí (Viacredi), de Blumenau; Cooperativa de Eletricidade de São Ludgero (Cegero), de São Ludgero; Cooperativa de Transporte de Cargas em Geral (Cotracarg), de São Francisco do Sul; Cooperativa Juriti, de Massaranduba; Cooperativa Pioneira de Eletrificação (Coopera), de Forquilhinha; Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro), de Florianópolis; Unimed Litoral Cooperativa de Trabalho Médico, de Itajaí; Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados Auriverde (Sicoob Credial SC/RS), de Cunha Porã. Fonte: Assessoria de comunicação Sistema OCESC, com informações Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina
Treze cooperativas catarinenses receberão Certificado de Responsabilidade Social da ALESC
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16/10/2026

Com o apoio do cooperativismo de crédito, empresa de transporte aumenta o faturamento em 15%

Empresário de Presidente Getúlio ampliou a frota e registrou aumento no faturamento após investimento realizado com apoio da cooperativa No dia 21 de outubro é celebrado em Santa Catarina o Dia Estadual do Cooperativismo de Crédito, modelo que reúne milhões de brasileiros e desempenha um papel relevante no fortalecimento da economia e do desenvolvimento das comunidades. No Alto Vale do Itajaí, a trajetória do empresário Júlio César Martins, proprietário da Turismo Presidente, em Presidente Getúlio, é um exemplo de como a relação entre cooperado e cooperativa pode apoiar o crescimento dos negócios. Cooperado da Viacredi Alto Vale, cooperativa do Sistema Ailos, Júlio mantém uma relação próxima com a cooperativa e utiliza diferentes soluções financeiras para apoiar a gestão da empresa. Entre elas estão linhas de crédito, seguros e outros serviços voltados às necessidades do negócio. Recentemente, a empresa investiu na ampliação da frota por meio de uma operação de crédito contratada junto à cooperativa. O recurso foi utilizado na aquisição de um novo ônibus, equipado com quatro eixos, 40 lugares leito total e com tecnologia mais moderna, ampliando a capacidade de atendimento da empresa. Segundo o empresário, o investimento trouxe resultados diretos para o negócio. "O novo ônibus contribuiu para aumentar nossa capacidade de atendimento e foi importante para o crescimento da empresa. Com essa aquisição, tivemos um acréscimo de cerca de 15% no faturamento." Atualmente, a Turismo Presidente opera com uma frota de sete veículos e realiza viagens para diferentes locais. Entre os principais destinos estão excursões religiosas para Aparecida (SP), mas atuam também em todos os estados brasileiros e a nível Mercosul com viagens rodoviárias. Júlio destaca que a relação construída com a cooperativa ao longo dos anos foi determinante para manter a parceria. "O que mais gosto é o atendimento próximo e acolhedor. Existe uma relação de confiança e essa parceria que faz diferença no dia a dia." Segundo ele, o caráter familiar da empresa também está presente na forma de conduzir as operações. As viagens exigem planejamento, cumprimento de normas específicas e atenção constante para garantir segurança e tranquilidade aos passageiros. A história do empresário reflete o papel que o cooperativismo de crédito exerce junto a empreendedores e pequenos negócios. Ao facilitar o acesso a recursos financeiros e apoiar investimentos produtivos, as cooperativas contribuem para a geração de renda, circulação de recursos nas comunidades e fortalecimento da economia. Proximidade e confiança que geram crescimento Para Ricardo da Silva, vice-presidente do Sistema Ailos e superintendente da Viacredi Alto Vale, histórias como a de Júlio demonstram o impacto que o cooperativismo de crédito pode gerar nas comunidades. "O cooperativismo de crédito tem um papel fundamental no desenvolvimento das nossas comunidades. Os recursos gerados aqui permanecem na nossa região, apoiando famílias, empreendedores e empresas locais, movimentando a economia. Na prática, é uma forma de fazer o dinheiro trabalhar em prol das pessoas que vivem e produzem na região onde vivem." Presente em diversos estados brasileiros, o Sistema Ailos reúne mais de 1,8 milhão de cooperados, por meio de 14 cooperativas singulares e uma cooperativa central, com atuação em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio de Janeiro. O Sistema conta ainda com 372 postos de atendimento distribuídos em mais de 158 cidades, somando R$ 31,5 bilhões em ativos e aproximadamente R$ 20 bilhões em operações de crédito. De acordo com Ricardo, um dos principais desafios do setor é ampliar o alcance do cooperativismo sem perder a proximidade que caracteriza esse modelo de atuação. "Temos muitos desafios e oportunidades pela frente no cooperativismo de crédito, inclusive na inclusão de mais pessoas nesse movimento. Há oportunidades importantes relacionadas ao uso da tecnologia e à educação financeira. Ao mesmo tempo, o desafio é continuar crescendo sem perder a nossa essência, que é a proximidade, o relacionamento e o propósito cooperativista, sempre conectado aos princípios do cooperativismo”, finaliza. {gallery}16-10-26_case_ailos_especial{/gallery}   Fonte: Assessoria de comunicação Sistema Ailos
Com o apoio do cooperativismo de crédito, empresa de transporte aumenta o faturamento em 15%
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15/10/2026

Redução da jornada custará R$ 10,8 bilhões/ano para as cooperativas de SC

A redução da carga horária semanal de trabalho – matéria que será apreciada neste mês pelo Congresso Nacional – provocará um impacto da ordem de R$ 10,8 bilhões/ano para as cooperativas catarinenses. O levantamento foi feito pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC). O presidente Vanir Zanatta observou que, além do aumento explosivo das despesas, as cooperativas perderão competitividade: “a redução da carga horária semanal de trabalho (de 44 para 40) sem análise dos seus impactos nas diversas áreas da economia pode, sem exageros, inviabilizar setores sensíveis”. Atualmente, as cooperativas catarinenses mantêm em seus quadros de colaboradores 109.677 empregados diretos. Com a eventual redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas semanais, serão necessárias 12.394 novas contratações a um custo mensal estimado em R$ 74,3 milhões. Esse novo cenário apresenta duas questões centrais. As cooperativas não dispõem desses recursos para bancar essas contratações. De outro lado, não existem trabalhadores disponíveis no mercado de trabalho porque, em Santa Catarina, o desemprego ficou em 2,3% no terceiro trimestre de 2025, caracterizando um regime de pleno emprego. Zanatta assinala que “não existe mão de obra ociosa em nosso estado. Por isso, os setores da agricultura, comércio e serviços terão dificuldade em contratar novos trabalhadores, o que tornará um desafio manter as linhas de produção, indústrias, lojas, granjas e frigoríficos funcionando”. Em situação de redução da jornada de trabalho sem novas contratações – ou seja, mantido o atual quadro de empregados – haverá impacto (redução) na produção e no faturamento das cooperativas na ordem de R$ 10,8 bilhões por ano, de acordo com o levantamento da OCESC. O dirigente classificou de “movimento irresponsável e flagrantemente eleitoreiro” a intenção do Governo Federal e do Congresso que se preparam para aprovar e promulgar lei federal reduzindo a jornada de trabalho semanal sem a correspondente redução de salários. “Sem análise, sem debate, sem estudos, sem pesquisa, Governo e parlamentares miram apenas a conquista de votos para a eleição que se aproxima”. O presidente da OCESC mostra que “o Brasil ainda é um país pobre e com a produtividade geral muito baixa, não podemos nos dar ao luxo de reduzir a força de trabalho”. O ranking global de produtividade do trabalho calculado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), recentemente publicado, revela uma realidade decepcionante para o Brasil. Entre os 184 países avaliados, o País ficou em constrangedor 94º lugar. Perde até para seus pares na América Latina, como Uruguai, Argentina, Chile e Cuba. O cooperativista mostra outro detalhe: os brasileiros trabalham em média 38,9 horas por semana, jornada inferior às de 97 países e territórios integrantes do ranking da OIT. Estão inclusos nesse cálculo os trabalhadores das empresas públicas e privadas e, também, aqueles que vivem na informalidade. Consequências Vanir Zanatta prevê que, entre os efeitos da mudança da escala de trabalho, está a carestia com o consequente aumento geral do custo de vida para todos os brasileiros. “O aumento dos custos operacionais será inevitável, pois a redução da jornada sem diminuição proporcional do salário aumenta o custo da hora de trabalho, gerando dois efeitos devastadores: perda de competitividade e inflação, em razão do aumento dos preços ao consumidor final. Por outro lado, a informalidade poderá crescer explosivamente porque o aumento do custo formal pode levar à uma migração de postos de trabalho para a informalidade, prejudicando a seguridade do trabalhador rural. “Mais sensato do que criar leis que engessam ou asfixiam atividades econômicas seria deixar essa questão para ser decidida por meio de acordos coletivos, em negociações entre empregadores e empregados mediadas pelos seus respectivos representantes, via diálogo entre sindicatos patronais e laborais”, orienta.  O presidente da OCESC enfatiza que a mudança na jornada de trabalho agrava um quadro de dificuldades já marcado pelas deficiências de infraestrutura, alta e crescente carga tributária, excesso de regulamentação de extensos setores da economia, encargos da legislação trabalhista e a insegurança jurídica. “Esse é o “custo-Brasil” que asfixia as empresas e retira a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.” Impactos financeiros provocados pela redução da jornada: Ramo "Faturamento2024 (R$)" Percentual Estimado de Redução no Faturamento(%) Perda de Faturamento Estimada Percentual Estimado de Redução no Produção (%) Percentual Estimado de Redução nas Sobras (%) TPBS 26.511.444 0% 0 0% 0% Transporte 1.589.564.876 5% 79.473.243 10% 10% Infraestrutura 2.013.939.140 0% 0 3% 2,50% Consumo 1.912.071.522 0% 0 0% 0% Saúde 7.024.238.243 10% 702.423.824 10% 11% Crédito 21.066.840.269 4% 842.673.610 3% 9% Agropecuário 57.640.843.150 16% 9.222.534.904 17% 14% Total 91.274.008.644   10.847.105.581     Cenário 40h Semanais: Necessidade de 12.394 novas contratações, com um custo mensal estimado em R$ 74.364.000,00.   Ramo "Faturamento2024 (R$)" Percentual Estimado de Redução no Faturamento(%) Perda de Faturamento Estimada Percentual Estimado de Redução no Produção (%) Percentual Estimado de Redução nas Sobras (%) TPBS 26.511.444 0% 0 0% 0% Transporte 1.589.564.876 5% 79.473.243 10% 10% Infraestrutura 2.013.939.140 0% 0 3% 2,50% Consumo 1.912.071.522 0% 0 0% 0% Saúde 7.024.238.243 10% 702.423.824 10% 11% Crédito 21.066.840.269 4% 842.673.610 3% 9% Agropecuário 57.640.843.150 16% 9.222.534.904 17% 14% Total 91.274.008.644   10.847.105.581     Nota: Isso representa um aumento de aproximadamente 13% sobre o quadro atual apenas para cobrir a redução de horas.   Fonte: Assessoria de imprensa Sistema OCESC
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